


Inauguração da Casa de Sementes Livres
Distribuição e troca de sementes
Entrada Franca
Turismo - Meio Ambiente - Utilidade Pública

01/12/2009
Carine Corrêa
Samyra Crespo explicou que entre os desafios encontrados para se chegar a uma produção e consumo sustentável, estão a infra-estrutura adequada, o uso de tecnologia limpa, produtos e serviços conscientes e mecanismos econômicos sustentáveis. Outro vetor importante é a aplicação de instrumentos para a mudança de comportamentos, hábitos e cultura de consumidores e instituições.
Em 2007, o Brasil aderiu ao Processo de Marrakech, ou Programa sobre Consumo e Produção Sustentáveis, que teve início em 2002, durante a reunião da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável (CMDS), realizada em Johannesburgo, com o objetivo de acelerar as mudanças globais em direção a padrões sustentáveis de consumo e produção. Desde então passou a discutir também metodologias para criar mecanismos de monitoramento que fossem aplicáveis a todo o Mercosul.
Fonte:
http://www.meioambiente.gov.br/sitio/
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03/11/2009
Suelene Gusmão
O Brasil vai apresentar uma meta ousada de redução de emissões de gases de efeito estufa na reunião da COP-15, em Copenhague. Além da oferta de corte de 80% do desmatamento na Amazônia (redução de cerca de 580 milhões de CO²), o País vai levar à Convenção das Nações Unidas propostas de redução de emissões em áreas como energia (etanol e biocombustíveis), siderurgia (aço verde), agropecuária e na queda do desmatamento em outros biomas.
Para bater o martelo na posição brasileira para o encontro internacional sobre o clima, o Governo Federal está estudando diversas propostas apresentadas nesta terça-feira (3/11) em reunião do presidente Lula com ministros de diferentes pastas. O presidente Lula deve anunciá-las no próximo dia 14 de novembro.
Além do presidente da República, participaram da reunião a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, o ministro da Agricultura, Reinold Steffanes, o secretário-executivo da Fazenda, Nelson Machado, o ministro de Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, o de Minas e Energia, Edison Lobão, e o secretário-executivo do Fórum de Mudanças Climáticas, Luiz Pingueli Rosa.
O corte de 80% no desmatamento na Amazônia vai significar cerca de 20% menos de emissões de CO² até 2020. Esse corte de 80% está baseado na média do desmatamento no período de 1996 a 2005, que totaliza 19,5 mil Km², ou seja, em 2020 o Brasil chegará a um índice de desmatamento abaixo dos 4 mil km² na Amazônia.
A agricultura também pretende reduzir significativamente suas emissões com ações de mitigação. Entre elas, o plantio direto, a recuperação de áreas degradadas e a integração das atividades de lavoura e pecuária.
Na área de siderurgia, de acordo com o ministro Carlos Minc, a exemplo do que ocorreu com o setor da soja, já estão avançadas as negociações para se chegar a um acordo setorial.
A proposta é a utilização do "aço verde", que prevê a substituição, num período de oito anos, de todo o carvão vegetal nativo pelo plantado, com isso evitando-se as emissões de CO² e o desmatamento.
Com as ações de mitigação previstas na agricultura, o que se pretende é o aumento da produtividade com o uso de uma área menor.
No plantio direto, por exemplo, que significa plantar na palha e revolver menos o solo, a meta é passar dos atuais 28 milhões de hectares para 40 milhões de hectares até o ano de 2020, com um ganho de 224 milhões de CO² a menos na atmosfera.
Com relação às áreas degradadas, a proposta é que num prazo de 10 anos haja uma economia de 81 milhões de toneladas de CO², caso se recupere 10% destas áreas.
A ministra Dilma Rousseff, que será a chefe da delegação brasileira em Copenhague, afirmou que a proposta que será anunciada em alguns dias não necessariamente trará os números de redução de emissões em cada setor.
"Serão linhas gerais. Não vamos apresentar os números, vamos apresentar as medidas. Até porque estamos fazendo de forma voluntária, pois achamos que é importante que o Brasil preserve suas características de país sustentável."
As propostas que vêm sendo levadas em consideração pelo Governo Brasileiro estão previstas em cenários de crescimento econômico de 4%, 5% e 6% ao ano.
Durante a coletiva, o ministro Carlos Minc disse que há uma crise planetária a ser resolvida e que todos os países dêem o máximo para resolvê-la. Segundo ele, os grandes estão com metas tímidas, principalmente com relação ao financiamento de projetos nos países em desenvolvimento.
"Uma das melhores formas de pressioná-lo é dando o exemplo com nossas propostas, como o menor desmatamento nos últimos 20 anos, o uso do biocombustível e do etanol, e do aço verde", afirmou.





WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal - Outubro 2009
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Acorda! Chegou a hora de salvar nosso futuro, e sua assinatura faz muita diferença.
De 7 a 18 de dezembro de 2009, lideranças de todo o planeta estarão reunidas em Copenhague para firmar acordos mundiais sobre a grave ameaça das mudanças climáticas. É inquestionável que este problema já está em curso, com efeitos dramáticos e potencialmente catastróficos para todos nós.
Ainda é tempo de evitar o pior, mas é preciso agir imediatamente! A transição para uma economia de baixo carbono pode trazer grandes benefícios, mas isso depende de como agirmos agora.
O Brasil tem papel fundamental nessa luta, já que é um líder nas negociações internacionais, mas também um dos maiores emissores mundiais de gases do efeito estufa. Mas sua postura ainda é tímida quando se trata de assumir decisões firmes e ousadas para sanar o problema. Falha também ao não dar o exemplo, colocando em prática no país, todo o discurso que apresenta no exterior.
Por isso nós, abaixo-assinados, reivindicamos que - além de implementar as necessárias políticas nacionais - as autoridades brasileiras assumam JÁ o compromisso de defender ativamente no plano internacional o avanço para um acordo climático global que possa, no mínimo:




A Marcha Mundial pela Paz e pela Não-violência foi lançada durante o Simpósio do Centro Mundial de Estudos Humanistas no Parque de Estudo e Reflexão Punta de Vacas (Argentina), em 15 de novembro de 2008.
Esta Marcha pretende criar consciência frente à perigosa situação mundial que atravessamos, marcada pela grande probabilidade de conflito nuclear, pelo armamentismo e pela violenta ocupação militar de territórios.
Esta é uma proposta de mobilização social sem precedentes, impulsionada pelo Movimento Humanista através de um de seus organismos, o Mundo sem Guerras.
A proposta inicial se desenvolveu muito rapidamente. Em poucos meses, a Marcha Mundial já suscitou a adesão de milhares de pessoas, agrupações pacifistas e não-violentas, diversas instituições, personalidades do mundo da ciência, da cultura e da política, sensíveis à urgência do momento. Também inspirou uma grande diversidade de iniciativas em mais de 100 países, configurando um fenômeno humano em veloz crescimento (www.theworldmarch.org).
Vivemos uma situação crítica em todo o mundo, caracterizada pela pobreza de vastas regiões, o confronto entre culturas, a violência e a discriminação que contaminam a vida cotidiana de amplos setores da população. Existem conflitos armados em diversos pontos, uma profunda crise do sistema financeiro internacional, ao que se soma hoje a crescente ameaça nuclear, a máxima urgência do momento. Este é um momento de grande complexidade. Aos interesses irresponsáveis das potências nucleares e à loucura de grupos violentos com possível acesso a material nuclear de dimensões reduzidas, devemos acrescentar o risco de um acidente que poderia detonar um conflito devastador. Não é uma soma de crises particulares. Estamos diante do fracasso global de um sistema cuja metodologia de ação é a violência e cujo valor central é o dinheiro.
A Marcha Mundial pela Paz e pela Não-violência já está inspirando diversas iniciativas e atividades que deverão se multiplicar nos próximos meses. Uma delas será a marcha simbólica de uma equipe multicultural que percorrerá os seis continentes. Começará em 2 de outubro (Dia Internacional da Não-violência) em Wellington, Nova Zelândia, e culminará em 2 de janeiro de 2010 ao pés do Monte Aconcagua, em Punta de Vacas, Argentina.
Durante todo esse tempo, em centenas de cidades serão realizadas marchas, festivais, fóruns, conferências e outros eventos para criar consciência da urgência da paz e da não-violência. No mundo todo, campanhas de adesão à Marcha multiplicarão esse sinal para além do que é agora imaginável.
Pela primeira vez na história, um evento dessa magnitude se põe em marcha por iniciativa das pessoas.
A verdadeira força desta Marcha nasce do simples ato de quem, por consciência, adere a uma causa digna e a compartilha com outros.
Fonte:


Você pode nos ajudar a obter o reconhecimento e a proteção dos animais em todo o mundo, unindo a sua voz à de 10 milhões de pessoas, para apoiar a nossa campanha "Para Mim Os Animais Importam!".
Os animais e o tratamento que Ihes damos são muito importantes! Faça com que os animais sejam importantes também para o Governo. Faça saber ao nosso Governo que os animais são importantes para você e para o nosso país